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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O MAIS POBRE É LESADO EM TUDO! VOCÊ CONCORDA COM ISSO?


Fonte da foto: Internet


O mais pobre é lesado em tudo! Você concorda com isso? 

*Conceição Cinti


O tratamento convencional utilizado em pacientes com dependências psicoativas utiliza apenas o método cientifico, inclusive, admite que a dependência psicoativa seja uma doença para a qual a medicina ainda não tem respostas definitivas. 

Enquanto, a Comunidade Terapêutica sem desprezar o valor da ciência emprega o método misto que concilia ciência e espiritualidade, espiritualidade aqui entendida como a fé no Poder de Deus, por acreditar que há áreas na vida do ser humano que só Deus pode e é capaz de alcançar e solucionar. 

Hospital psiquiátrico que faz parte do sistema de saúde pública, não presta ao adicto nenhuma assistência consistente progressiva, tudo é feito em caráter paliativo já que não acredita na cura do dependente. 

Apesar dos avanços da ciência para a área da dependência de substâncias piscoativas, pouca coisa mudou, dentre elas a substituição da velha camisa de força de pano pela camisa de força química.

Quando falamos atendimento de caráter paliativo ao dependente é porque na prática é isso mesmo que acontece. Até o tempo que esse tipo de paciente permanece dentro de um hospital psiquiátrico é apenas o suficiente para a desintoxicação. Se o paciente tem recursos financeiros esse período num hospital particular ou mesmo num hospital psiquiátrico fica à mercê do bolso e da conveniência da família. Entretanto, se o paciente e uma pessoa pobre há um prazo prefixado, que não é confessado, mas está implícito: e esse prazo nunca ultrapassar duas semanas, mesmo para paciente com dependência severa. 

Até compreendemos essa situação de dependência/carência financeira da rede pública, diante dos repasses diminutos e demorados, somados a pouca importância dada à instituição de saúde especial, a Psiquiatria e seus valorosos profissionais. Mas temos que admitirmos que aqui também é o pobre o lesado. 

A saúde é garantida para todos na nossa Carta Magna. Precisamos lutar para transpor esse direito para a prática. Aprende a votar Brasil! Fique a vontade esse “Espaço” é democrático participe! Dê sua sugestão! 
 *Conceição Cinti - Advogada. Educadora. Especialista em dependentes de substâncias psicoativas. Com experiência de mais de 27 anos no tratamento de dependentes

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

NESSE CASO RECOMENDA-SE TOCAR A QUATRO MÃOS



 Fonte da foto: Internet


Nesse Caso recomenda-se tocar a quatro mãos! (no caso da cura)

*Conceição Cinti

Há especialistas favoráveis e alguns que são contra o internamento involuntário e obrigatório. Outros defendem os tradicionais atendimentos disponibilizados pelo poder público. Mas o tema ainda segue polêmico porque é complexo e nós brasileiros temos pouca familiaridade com a restauração de pessoas, por essa razão uma grande maioria descarta essa possibilidade e, outros apostam em autoajuda, espiritualidade e tem também aqueles que defendem apenas o tratamento em clínicas especializadas. O tempo passa a violência aumenta e o Governo Federal precisa estabelecer e padronizar procedimentos para enfrentarmos essa “guerra” e baixarmos esse patamar inaceitável de mortes, principalmente de crianças e adolescentes. 
A inexistência de novos métodos mais eficazes prejudica o atendimento do usuário de crack. 
Nós da “Educação Restaurativa” sabemos que o tratamento do usuário de Crack é um quesito que desafia a área de saúde. Mas continuamos apostando no método misto, que concilia ciência e espiritualidade, por acreditar que há áreas na vida do ser humano que só Deus pode e é capaz de alcançar. Frequente esse “Espaço” dê sua opinião! 


*Conceição Cinti - Advogada. Educadora. Especialista em dependentes de substâncias psicoativas. Com experiência de mais de 27 anos no tratamento de dependentes. 



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

FALAR É FÁCIL DIFÍCIL É OPERACIONALIZAR



 
Fonte da imagem: Internet

Falar é fácil difícil é operacionalizar com êxito!
*Conceição Cinti
Uma coisa é falar sobre o assunto drogas apenas de ponto de vista da informação cientifica da teoria, outra coisa bem diferente é materializar as políticas públicas para solucionar o mais rapidamente o problema. O que significa na prática ter capacitação para acolher, tratar e inserir na sociedade, principalmente, crianças e jovens.
Temos poucas metodologias disponíveis para socorrer um dependente de substâncias psicoativas, em minha opinião os dois procedimentos mais produtivos são as internações para tratamento utilizando-se apenas a ciência, mais comum em Clínicas Particulares e o método misto, que concilia ciência e Deus utilizado pelas comunidades terapêuticas. Os demais procedimentos também são importantes e corroboram, mas por si só têm mais utilidade em situações emergenciais.
Não sei por que estamos perdendo tempo em falarmos sobre nternações de dependentes de substâncias psicoativas através do SUS, quando sabemos que a atenção psiquiátrica é um dos piores gargalos do Sistema Único de Saúde.  Não há leitos para doentes mentais e não haverá números suficientes para acomodar a demanda advinda das drogas. Porém o mais grave é o poder público ainda não ter entendido que mesmo que houvesse leitos disponíveis não é o espaço físico adequado para acolher o dependente. Principalmente, o usuário de crack que apresenta não apenas transformações severas na sua aparência bem como graves alterações do humor, do caráter e princípios éticos, o que será motivos de grandes constrangimentos para ambos e muito mais para o doente comum.
Respeito à opinião de todos, mas não acredito que tenhamos condições de tratar um dependente fora do regime de internato, com o devido acompanhamento da família e  fiscalização do poder público.
Há no nosso país boas clínicas e boas comunidades terapêuticas que são espaços criados para esse tipo de paciente que tem especificidades próprias. Também a controvérsia sobre a conveniência ou não da internação involuntária ou obrigatória é desnecessária, na prática já acontece esses tipos de intervenções. Para evitar prejuízos de toda ordem aos dependentes o imprescindível é, que haja seriedade por parte das autoridades competentes no cumprimento exigido pelas leis para que ocorram esses tipos de procedimentos, que em minha opinião são instrumentos que tem evitado muitas mortes. Estamos falando de dependência severa. Não há usuários esporádicos, essa é a ilusão na qual embarcam pessoas desinformadas que depois não conseguem mais desembarcar sem uma ajuda externa.
Concordo que com o aumento da demanda surgiram espaços tanto em clínicas particulares como em comunidades terapêuticas inidôneas. Pura fraude! Que precisa ser enfrentado e denunciado. Também nesses casos dependemos da fiscalização eficiente por parte das autoridades responsáveis pelo setor.  Familiares ou responsáveis pelo dependente devem sempre fazer uma boa triagem antes de escolher o método de tratamento para seus queridos.
*Conceição Cinti - Advogada. Educadora. Especialista em dependentes de substâncias psicoativas. Com experiência de mais de 27 anos no tratamento de dependentes. 

domingo, 8 de janeiro de 2012

A MÍDIA ESTÁ CUMPRINDO MUITO BEM SEU PAPEL!


A mídia está cumprindo muito bem seu papel!

*Conceição Cinti

A mídia já está engajada na luta contra as drogas.  Esse fato é relevantissimo por vários motivos dentre eles o de facilitar e apressar a queda do preconceito, um sério obstáculo que ainda ronda fortemente esse tema. Através das informações verdadeiras esses valorosos profissionais têm divulgado o retrato do usuário de droga, os efeitos devastadores decorrentes do vício para o próprio usuário, seus familiares e a sociedade civil. Essa elogiável atitude da mídia, hoje, nos faz acreditar numa possibilidade/concreta de enfrentar esse grave problema de saúde pública e baixar os índices de violência e morte, principalmente, das crianças e adolescentes no Brasil.
O apoio da mídia é imprescindível! Sem ela será impraticável conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira, para cooperar nesse mutirão de solidariedade a prevenção e a Restauração de Vidas. Da união do Poder Público e Sociedade Civil, com o suporte das mídias é que somaremos forças suficientes, para intervir com êxito nessa guerra, fazendo com que os programas de políticas públicas específicos para área atinjam seus objetivos mais rapidamente. Nossas vozes somente farão a diferenças se a mídia fizer Eco!
O Governo Federal, Estadual e Municipal, são  eleitos pelo povo para através de programas de políticas públicas propiciarem uma melhor qualidade de vida aos seus concidadãos. Alocar recursos financeiros para combater o problema é tão importante como investir adequadamente esse dinheiro, que afinal pertence a todos nós.  O modelo de tratamento empregado ao dependente químico que vem sendo adotado pelo governo federal e implantado em todos os Estados da Federação está defasado, e ao longo dos anos, apesar de caro não tem sido bem-sucedido. Estamos em meio a uma guerra onde salvar vidas é a prioridade. Se a ciência por si só não tem ainda a resposta para a cura do dependente químico, existe metodologia que tem apresentado mais êxito na condução desse problema, como é o caso das Comunidades Terapêuticas, o que no mínimo exige que façamos uma releitura sobre esse método denominado misto, que concilia ciência e Deus.
Esse espaço é democrático. Participe!

* Conceição Cinti - Advogada. Educadora. Especialista em dependentes de substâncias psicoativas. Com experiência de mais de 27 anos no tratamento de dependentes.